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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Ativ, 2,6 Ivania: Planejando uma atividade com hipertexto ou internet


Ativ. 2.6  Planejando uma atividade com hipertexto ou internet

Atividade em sala de aula:
·         Vídeo de alunos apresentando uma dança indígena.
Recursos utilizados:
·         Aparelho de DVD
·         TV
·         CD
·         internet
Procedimento:
A música foi pesquisada na internet, baixada em seguida para um cd.
Em seguida foi dado início ao ensaios com  os alunos selecionados.
No dia da apresentação foi filmado a apresentação e em outra aula apresentado para os alunos se verem como foi apresentação deles.
Muitos acharam engraçado se ver na tv, mas foi uma grande apresentação.
A apresentação serviu também como valorização das danças populares e culturais e como foi adquirida a música, valorizando assim a internet como meio de informações adequadas para uso satisfatório da mesma.

Ativ. 2.3 - Ivania: criando um hipertexto


CRIANDO UM HIPERTEXTO
                                      
Ensino
Descobertas
Profissionalização
Amor


















CONHECIMENTO            
É preciso que os pais se impliquem nos processos educativos dos filhos no sentido de motivá-los afetivamente ao aprendizado. O aprendizado formal ou a educação escolar, para ser bem sucedida não depende apenas de uma boa escola, de bons professores e bons programas, mas principalmente de como a criança é tratada em casa e dos estímulos que recebe para aprender. É preciso entender que o aprender é um processo contínuo que não cessa quando a criança está em casa.
Qualquer gesto, palavra ou ação positiva de qualquer membro da família pode motivá-la, porém, qualquer palavra ou ação que tenha uma conotação negativa pode gerar um bloqueio no aprendizado. É claro que a criança precisa de limites, e que não pode fazer tudo que quiser, porém os limites devem ser dados de maneira clara, sem o uso de palavras rudes, que não agridam ou desqualifiquem a criança.
Fazer do aprendizado um prazer é tarefa não só dos professores mas também de pais e de qualquer profissional interessado no bem-estar da criança.                                                                                              

ENSINO
Educação e ensino não são palavras sinônimas, mas uma não exclui a outra.
A educação é um processo de socialização e aprendizagem encaminhada ao desenvolvimento intelectual e ética de uma pessoa.
Quando esse processo de socialização e aprendizagem se dá nas escolas, dizemos que há ensino.
O ensino, portanto, é tarefa preponderante das instituições de ensino, que trabalharão, no
processo de formação escolar, com alunos, professores, conhecimentos e métodos.
A Lei Federal 9.394, mais conhecida como Lei e Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), disciplina os conceitos educação e ensino. A terminologia foi alterada em se tratando dos níveis de ensino. Fala-se em educação infantil e em educação superior, mas em ensino fundamental e ensino médio com finalidades bem específicas para cada um dos níveis. 

PROFISSIONALIZÇÃO
A educação, a organização política e o trabalho são formas de participação social  dos 
homens. O trabalho além da realização pessoal, o atendimento das necessidades básicas se a visão de si mesmo como agente de transformação social possibilita meios para a inclusão da pessoa com deficiência.
O mundo moderno exige maior escolaridade, qualificação, conhecimentos atualizados e o aprendizado das novas tecnologias, contudo a inserção no mercado de trabalho está cada dia mais difícil, não somente pelas novas exigências do mundo do trabalho, como também pelo aumento do desemprego, entre os mais velhos, os menos qualificados, as camadas mais jovens, principalmente os jovens que não tiveram o primeiro emprego, decorrente segundo Bruno (1996), da formação precária ou inadequada.



DESCOBERTAS
A educação intercultural não pode assumir toda a responsabilidade na implementação da justiça social necessária, mas pode sim, mediante os mecanismos pedagógicos e escolares, propiciar a interacção dialógica entre culturas, num clima democrático que defenda o direito à diversidade no marco da igualdade de oportunidades, flexibilizando os modelos culturais que se transmitem na escola.
Passando a descoberta do outro, necessariamente, pela descoberta de si mesmo, e por dar à criança, ao adolescente e também ao adulto uma visão ajustada do mundo, a educação intercultural, seja ela dada pela família, pela comunidade ou pela escola, deve antes de mais nada ajudá-los a descobrir-se a si mesmos. Só então poderão, verdadeiramente, pôr-se no lugar dos outros e compreender as suas reacções. Desenvolver esta atitude de empatia, na escola, é muito útil para os comportamentos sociais ao longo de toda a vida. Mostrando às crianças, aos jovens e adultos as perspectivas dos outros grupos étnicos ou religiosos podem evitar-se incompreensões geradoras de ódios e violência.


AMOR
Falar em amor na educação não quer dizer que pais e professores devam ser permissivos, de tal modo que a criança e o jovem tenham direito de agir como bem lhes aprouver. Não é isso.
Ser amoroso, quando se educa, significa mostrar ao educando que alguém está preocupado com ele , com sua forma de agir, de proceder em casa, na escola ou em outro meio social. Pais e professores amorosos precisam reconhecer o momento certo de elogiar, quando o filho ou o aluno merecem elogio, mas, também, de chamar-lhes a atenção sempre que se fizer necessário. Lembro, aqui, que chamar a atenção não inclui grito, maus-tratos. Não há nada mais agressivo do que gritar ou castigar com rigor uma criança ou um adolescente. E sabe-se: é comum presenciar pais que exigem que os filhos falem baixo, mas que só se dirigem a eles aos “berros”.

domingo, 17 de julho de 2011

Ativ.2.4- Ivania- Análise de hipertexto

Ativ. 2.4- Análise de Hipertexto (por Josimar Barbosa)

Ao analisar o hipertexto verifiquei que o mesmo traz informações acerca do curso de formação Proinfo integrado, onde destacou a sua importância para os professores e gestores através das tecnologias de informação e comunicação (TICs).
O curso capacita professores e gestores para  o uso das tecnologias na escola, para ser trabalhado em sala de aula com todo tipo de alunado.
As informações mostradas no hipertexto são de grande relevância pois mostra que o professor está se adaptando às novas tecnologias, mesmo os que não tem nenhum contato com as mesmas, estão procurando cada vez mais se relacionar com o meio tecnológico e isso é muito bom para todos nós.













Ativ. 2.2 Ivania: O que é hipertexto

Ativ. 2.2 -      O que é HIPERTEXTO
O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, na década de sessenta, para denominar a forma de escrita/leitura não linear na informática, pelo sistema “Xanadu”. Até então a idéia de hipertextualidade havia sido apenas manifestada pelo matemático e físico Vannevar Bush através do dispositivo “Memex”.
O hipertexto está relacionado à própria evolução da tecnologia computacional quando a interação passa à interatividade, em que o computador deixa de ser binário, rígido e centralizador, para oferecer ao usuário interfaces interativas. O termo interativo já pertencia ao campo das artes quando se propunha intervenção do/com apreciador, no entanto o termo interatividade passa a se associar a sistemas da informática, por fazer um contraponto à leitura/escrita das metanarrativas.
O hipertexto vem auxiliar o ser humano na questão da aquisição e assimilação do conhecimento, pois tal como o cérebro humano, ele não possui uma estrutura hierárquica e linear, sua característica é a capilaridade, ou melhor, uma forma de organização em rede. Ao acessarmos um ponto determinado de um hipertexto, conseqüentemente, outros que estão interligados também são acessados, no grau de interatividade que necessitamos.
O hipertexto é um meio de estruturar um texto de modo a que diferentes níveis de detalhe possam ser acedidos de maneira não seqüencial pelo leitor. O objetivo a esse conceito é o de permitir que o leitor possa desviar o fluxo da leitura para os assuntos referidos, no texto com o intuito de aprofundar a compreensão do texto inicial. A idéia de hipermídia é simples, ao invés de um texto, uma ligação; que pode conter um gráfico, um filme ou até diferentes sons.





Ativ. 2.1 Ivania- Navegação na internet

Ativ. 2.1 
EXPERIÊNCIAS EM NAVEGAR NA WIKIPÉDIA
A Wikipédia para mim é uma descoberta relevante, pois traz uma gama de conteúdos inseridos em outros e todos ao mesmo tempo e nos transporta para caminhos que no momento nem imaginávamos percorrer.
A wikipédia é mais uma ferramenta, que vem de encontro com as necessidades principalmente na área educacional de um mundo globalizado. A necessidade de informação, nos remete a busca mais intensiva na web em sites como o wikipédia, que rapidamente nos leva a um vasto mundo de informações com somente um clique. Não desprezando é claro os livros que ainda são de grande valia. Portanto, podemos considerar a web como uma grande ferramenta de ajuda na educação em pesquisas em qualquer área de conhecimento.

sábado, 16 de julho de 2011

Ativ. 2.6 Rosineide: planejando atividade em sala de aula

2.6- Planejando uma atividade com hipertexto ou internet- Em dupla ou trio elaborar uma atividade para ser desenvolvida em sala de aula utilizando alguns recursos aprendidos e que esteja disponível na escola.
Aproveitando as festividades juninas, a nossa equipe procurou um tema propício, de modo que fizemos uso do material da TV escola que trata das festas populares, podendo ser encontrado no DVD” TV escola, salto para o futuro, vol. III- Aprender e ensinar com as festas populares, 3- Festas juninas.” De modo que após observarmos e analisarmos o material, colocamos em prática em sala de aula com nossos alunos.
 Por se tratar das festas populares nordestina realizamos danças de quadrilha, xaxado, e um concurso de forró com a dinâmica das fitas coloridas, na qual o casal vencedor teria que ao final da dança conseguir tomar e juntar mais fitas dos demais casais participantes.
Todas as danças realizadas foram bastante participativas e gratificantes. Os alunos tiveram participação ativa, juntamente com nós professores de forma prazerosa.E, para a realização dessas atividades fizemos uso de alguns recursos tecnológicos existente na escola como: aparelhos de cd, DVD, aparelho de som, caixa amplificada e microfones.
Ao final pode-se dizer que essa experiência, realizadas nas atividades, foi bastante positiva, pois além de nos divertirmos, também aprendemos mais sobre nossa cultura e a valorizamos.

Ativ. 2.4 Rosineide: conhecendo os trabalhos dos colegas

Atividade 2.4- Conhecendo e comentando trabalhos dos colegas. Ler, refletir e comentar alguns trabalhos dos colegas.

Dentre alguns trabalhos realizados pelos colegas, vou comentar um pouco do trabalho pesquisado pela colega Marizete, o qual tem como tema: “Processo, ensino e aprendizagem- Questões do passado e do futuro no momento presente.”
Este, por sua vez, vem tratar da questão desafiadora entre mestre e aprendiz, os quais assumem simultaneamente a experiência de ensinar e aprender.
Nesse processo o coordenador pedagógico tem o dever de analisar, juntamente com sua equipe, inúmeras teorias pedagógicas, no intuito de encontrar a melhor maneira no processo ensino e aprendizagem do sujeito, sendo necessário os saberes e formação psicopedagogo, levando, portanto, em consideração as idéias de Freud e Vygotsky, os quais ultrapassam o território da psicologia e invadiram as ciências humanas e sociais.

Ativ.2.3 -Rosineide: criando hipertexto

2.3- A informatização no processo educativo
O uso das redes como uma nova forma de interação no processo educativo amplia a ação de comunicação entre aluno e professor e o intercâmbio educacional e cultural. Desta forma, o ato de educar com o auxílio da Internet proporciona a quebra de barreiras, de fronteiras e remove o isolamento da sala de aula, acelerando a autonomia da aprendizagem dos alunos em seus próprios ritmos. Assim, a educação pode assumir um caráter coletivo e tornar-se acessível a todos, embora ainda exista a barreira do preço e o analfabetismo tecnológico.
Ao utilizar o computador no processo de ensino-aprendizagem, destaca-se a maneira como esses computadores são utilizados, quanto à originalidade, à criatividade, à inovação, que serão empregadas em cada sala de aula. Para o trabalho direto com essa geração, que anseia muito ter um "contato" direto com as máquinas, é necessário também um novo tipo de profissional de ensino. Que esse profissional não seja apenas reprodutor de conhecimento já estabelecido, mas que esteja voltado ao uso dessas novas tecnologias. Não basta que as escolas e o governo façam com a multimédia o que vem fazendo com os livros didáticos, tornando-os a panacéia da atividade do professor.
A utilização da Internet leva a acreditar numa nova dimensão qualitativa para o ensino, através da qual se coloca o ato educativo voltado para a visão cooperativa. Além do que, o uso das redes traz à prática pedagógica um ambiente atrativo, onde o aluno se torna capaz, através da autoaprendizagem e de seus professores, de poder tirar proveito dessa tecnologia para sua vida.
A preocupação de tornar cada vez mais dinâmico o processo de ensino e aprendizagem, com projetos interativos que usem a rede eletrônica, mostra que todos os processos são realizados por pessoas. Portanto, elas são o centro de tudo, e não as máquinas. Consequentemente, não se pode perder isto de vista e tentarmos fazer mudanças no ensino sem passar pelos professores, e sem proporcionar uma preparação para este novo mundo que esta surgindo.
Aliar as novas tecnologias aos processos e atividades educativos é algo que pode significar dinamismo, promoção de novos e constantes conhecimentos, e mais que tudo, o prazer do estudar, do aprender, criando e recriando, promovendo a verdadeira aprendizagem e renascimento constante do indivíduo, ao proporcionar uma interatividade real e bem mais verdadeira, burlando as distâncias territoriais e materiais. Significa impulsionar a criança, enfim, o sujeito a se desfazer da pessoa da passividade.
Torna-se necessário que educadores se apropriem das novas tecnologias, vendo nestes veículos de expressão de linguagens o espaço aberto de aprendizagens, crescimento profissional, e mais que isso, a porta de inserção dos indivíduos na chamada sociedade da informação. Para isso, deve a instituição escolar extinguir o "faz-de-conta" através da pura e limitada aquisição de computadores, para abrir o verdadeiro espaço para inclusão através do efetivo uso das máquinas e do ilimitado ambiente web, não como mero usuário, mas como produtor de novos conhecimentos.
O computador se tornou um forte aliado para desenvolver projetos, trabalhar temas discutíveis. É um instrumento pedagógico que ajuda na construção do conhecimento não somente para os alunos, mas também aos professores. Entretanto, é importante ressaltar que, por si só, o computador não faz nada. O potencial de tal será determinado pela teoria escolhida e pela metodologia empregada nas aulas. No entanto, é importante lembrar que colocar computadores nas escolas não significa informatizar a educação, mas sim introduzir a informática como recurso e ferramenta de ensino, dentro e fora da sala de aula, isso sim se torna sinônimo de informatização da educação.
Sabe-se que a mola mestra de uma verdadeira aprendizagem está na parceria aluno-professor e na construção do conhecimento nesses dois sujeitos. Para que se possa haver um ensino mais significativo, que abrange todos os alunos, as aulas precisam ser participativas, interativas, envolventes, tornando os alunos sempre "agentes" na construção de seu próprio conhecimento.
Também é essencial que os professores estejam bem preparados para lidar com esse novo recurso. Isso implica num maior comprometimento, desde a sua formação, estando este apto a utilizar, ter noções computacionais, compreender as noções de ensino que estão nos software utilizados estando sempre bem atualizados.

Ativ.2.2- Rosineide: conceituar hipertexto


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2.2 conceituar Hipertexto

Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual se agregam outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal. O conceito de "linkar" ou de "ligar" textos foi criado por Ted Nelson nos anos 1960 e teve como influência o pensador francês Roland Barthes, que concebeu em seu livro S/Z o conceito de "Lexia"[carece de fontes?], que seria a ligação de textos com outros textos. Em palavras mais simples, o hipertexto é uma ligação que facilita a navegação dos internautas. Um texto pode ter diversas palavras, imagens ou até mesmo sons, que, ao serem clicados, são remetidos para outra página onde se esclarece com mais precisão o assunto do link abordado.
O sistema de hipertexto mais conhecido atualmente é a World Wide Web, no entanto a Internet não é o único suporte onde este modelo de organização da informação e produção textual se manifesta.
O prefixo hiper - (do grego "υπερ-", sobre, além) remete à superação das limitações da linearidade, ou seja, não sequencial do antigo texto escrito, possibilitando a representação do nosso pensamento, bem como um processo de produção e colaboração entre as pessoas,ou seja, uma (re)construção coletiva. O termo hipertexto, cunhado em 1965, costumeiramente é usado onde o termo hipermídia seria mais apropriado. O filósofo e sociólogo estadunidense Ted Nelson, pioneiro da tecnologia da informação e criador de ambos os termos escreveu:
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Atualmente a palavra hipertexto tem sido em geral aceita para textos ramificados e responsivos, mas muito menos usada é a palavra correspondente "hipermídia", que significa ramificações complexas e gráficos, filmes e sons responsivos - assim como texto. Em lugar dela usa-se o estranho termo "multimídia interativa", quatro sílabas mais longa, e que não expressa a idéia de hipertexto estendido.
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— Nelson, Literary Machines 1992
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Ativ. 2.1 Rosineide: navegação em hipertexto

. Enfim, posso dizer que é inumerável sua utilidade, me senti um grãozinho de areia nesse imenso mundo informatizado, sabendo utilizá-lo tão pouco, mas curiosa e aberta a aprender cada vez mais.
acessar tudo o que existe de bom ou de ruim, conforme o nosso gosto e critério de escolhas. Há quem procurem por músicas, filmes, notícias,etc., e há outros que usam como fonte de comércio, com muitas propagandas e publicidades, é também, portanto,um grande mercado para as empresas
2.1- Navegação em hipertexto, discussão sobre a experiência de navegar livremente.
A princípio fiquei um pouco apreensiva visto que tenho pouco contato com o computador, mas a partir das orientações que obtive com o nosso monitor Severino e algumas dicas da minha irmã Cleide, pude então pesquisar os trabalhos propostos.
E ao navegar na internet percebi que a mesma tem a possibilidade de fazer com que haja uma interação, formando cada vez mais novas formas não só de interação mas também de organização e atividades socias a partir do uso do mesmo e o acesso difundido em suas diversas redes sociais como Orkut, twitter entre outros, fazendo com que haja uma nova forma de  socialização.
Observei que ao utilizarmos deste serviço somos capazes de adicionar uma grande variedade de itens , seja através de contatos com outras pessoas, como também é possível adquirirmos muitos conhecimentos sobre aquilo que nos interessar conhecer,seja qual for o tema que sugerirmos no Google, Wikipédia, enfim.
Achei, portanto, muito proveitoso e enriquecedor navegar na net, ela sem dúvida é uma grande fonte de lazer, entretenimento e cultura, isto é, conforme o que você busca na rede. Visto que podemos