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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Ativ. 2.3 - Ivania: criando um hipertexto


CRIANDO UM HIPERTEXTO
                                      
Ensino
Descobertas
Profissionalização
Amor


















CONHECIMENTO            
É preciso que os pais se impliquem nos processos educativos dos filhos no sentido de motivá-los afetivamente ao aprendizado. O aprendizado formal ou a educação escolar, para ser bem sucedida não depende apenas de uma boa escola, de bons professores e bons programas, mas principalmente de como a criança é tratada em casa e dos estímulos que recebe para aprender. É preciso entender que o aprender é um processo contínuo que não cessa quando a criança está em casa.
Qualquer gesto, palavra ou ação positiva de qualquer membro da família pode motivá-la, porém, qualquer palavra ou ação que tenha uma conotação negativa pode gerar um bloqueio no aprendizado. É claro que a criança precisa de limites, e que não pode fazer tudo que quiser, porém os limites devem ser dados de maneira clara, sem o uso de palavras rudes, que não agridam ou desqualifiquem a criança.
Fazer do aprendizado um prazer é tarefa não só dos professores mas também de pais e de qualquer profissional interessado no bem-estar da criança.                                                                                              

ENSINO
Educação e ensino não são palavras sinônimas, mas uma não exclui a outra.
A educação é um processo de socialização e aprendizagem encaminhada ao desenvolvimento intelectual e ética de uma pessoa.
Quando esse processo de socialização e aprendizagem se dá nas escolas, dizemos que há ensino.
O ensino, portanto, é tarefa preponderante das instituições de ensino, que trabalharão, no
processo de formação escolar, com alunos, professores, conhecimentos e métodos.
A Lei Federal 9.394, mais conhecida como Lei e Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), disciplina os conceitos educação e ensino. A terminologia foi alterada em se tratando dos níveis de ensino. Fala-se em educação infantil e em educação superior, mas em ensino fundamental e ensino médio com finalidades bem específicas para cada um dos níveis. 

PROFISSIONALIZÇÃO
A educação, a organização política e o trabalho são formas de participação social  dos 
homens. O trabalho além da realização pessoal, o atendimento das necessidades básicas se a visão de si mesmo como agente de transformação social possibilita meios para a inclusão da pessoa com deficiência.
O mundo moderno exige maior escolaridade, qualificação, conhecimentos atualizados e o aprendizado das novas tecnologias, contudo a inserção no mercado de trabalho está cada dia mais difícil, não somente pelas novas exigências do mundo do trabalho, como também pelo aumento do desemprego, entre os mais velhos, os menos qualificados, as camadas mais jovens, principalmente os jovens que não tiveram o primeiro emprego, decorrente segundo Bruno (1996), da formação precária ou inadequada.



DESCOBERTAS
A educação intercultural não pode assumir toda a responsabilidade na implementação da justiça social necessária, mas pode sim, mediante os mecanismos pedagógicos e escolares, propiciar a interacção dialógica entre culturas, num clima democrático que defenda o direito à diversidade no marco da igualdade de oportunidades, flexibilizando os modelos culturais que se transmitem na escola.
Passando a descoberta do outro, necessariamente, pela descoberta de si mesmo, e por dar à criança, ao adolescente e também ao adulto uma visão ajustada do mundo, a educação intercultural, seja ela dada pela família, pela comunidade ou pela escola, deve antes de mais nada ajudá-los a descobrir-se a si mesmos. Só então poderão, verdadeiramente, pôr-se no lugar dos outros e compreender as suas reacções. Desenvolver esta atitude de empatia, na escola, é muito útil para os comportamentos sociais ao longo de toda a vida. Mostrando às crianças, aos jovens e adultos as perspectivas dos outros grupos étnicos ou religiosos podem evitar-se incompreensões geradoras de ódios e violência.


AMOR
Falar em amor na educação não quer dizer que pais e professores devam ser permissivos, de tal modo que a criança e o jovem tenham direito de agir como bem lhes aprouver. Não é isso.
Ser amoroso, quando se educa, significa mostrar ao educando que alguém está preocupado com ele , com sua forma de agir, de proceder em casa, na escola ou em outro meio social. Pais e professores amorosos precisam reconhecer o momento certo de elogiar, quando o filho ou o aluno merecem elogio, mas, também, de chamar-lhes a atenção sempre que se fizer necessário. Lembro, aqui, que chamar a atenção não inclui grito, maus-tratos. Não há nada mais agressivo do que gritar ou castigar com rigor uma criança ou um adolescente. E sabe-se: é comum presenciar pais que exigem que os filhos falem baixo, mas que só se dirigem a eles aos “berros”.

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